Série boa para o Duster

Limitada a 4.500 unidades, a opção está disponível para as séries 1.6 e 2.0 com tração 4x2 do jipinho feito no Paraná. Os preços variam de R$ 54.800 a R$ 62.450.
Avaliamos a versão Dynamique 2.0 com câmbio manual, tabelada a R$ 58.450 e bastante beberrona — abastecida com etanol, fez modestos 6,4 km/l na cidade.
Sobre o novo kit, somente elogios. Batizado de Media Nav, muito simples de operar e integrado ao painel, conta com tela de 7” sensível ao toque. Entre as funções, há rádio, entradas USB e P2, Bluetooth e navegador GPS.

Visualmente, o componente fez um bem à cabine do Duster, marcada pelo excesso de plástico em diferentes tonalidades.
Por falar em aparência, ela ganhou alterações do lado de fora na opção Tech Road. Há adesivos alusivos à série, rodas de liga leve de 16” pintadas de cinza e máscara negra nos faróis.
Na mecânica, nenhuma novidade. O motor 2.0 flex de 142 cv se mostra ágil com o câmbio de seis marchas e relações bastante curtas, em que pese o consumo elevado. A ergonomia também não é das melhores, mas ao menos o Duster é bem espaçoso.
A versão Tech Road deveria se tornar permanente na linha do Duster, pois melhorou a aparência do SUV e acrescentou tecnologia. Mas ainda falta tempero para o Renault desbancar o EcoSport (que já está vendendo mais, por sinal). Não dá para aceitar também a elevada desvalorização anual de 15,3% e o alto consumo de combustível na cida- de e na estrada. Desse jeito, sua liderança no segmento está em risco.

  • Fonte: Carro On Line /
  • Autor: Daniel Fideli / Leandro Alvares /
  • Data: 21 novembro 2012
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