MOTOR TRÊS-CILINDROS DÁ AO MOBI DRIVE UM AR DE MODERNIDADE

Barulhinho bom... O motor Firefly 1.0 três-cilindros de 72 cv com gasolina a 77 cv com etanol proporcionou um ar de modernidade ao Mobi Drive, que avaliado pelo Carpress pela cidade se mostrou ainda mais satisfatório do que quando foi lançado, no final de 2016.
O único porém é que, avaliado em condições reais – no anda e para do trânsito, com ar-condicionado ligado e abastecido com etanol –, o carrinho rodou entre 6 km/l e 7 km/l. Dados do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), indicam 9,6 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada com etanol e 13,7 km/l na cidade e 16,1 km/l na estrada com gasolina.

O propulsor traz arquitetura de duas válvulas por cilindro e geometria do conjunto otimizada, melhorando o rendimento em baixas rotações. Como resultado, bastante conforto em termos tanto de dirigibilidade quanto acústico. Esse conforto é reforçado pela direção elétrica, item de série que traz ainda a função City, que reduz ainda mais a necessidade de esforço durante as manobras de estacionamento. Estacioná-lo é muito fácil.

Mas, em relação à concorrência (leia-se Volkswagen up!), o Mobi é o paraíso dos que amam conectividade. Isso porque também é de série a tela de LCD de alta resolução junto ao quadro de instrumentos, com diversas funções, como velocímetro digital, econômetro, trip A e B, alerta de lâmpadas queimadas, temperatura e número de horas em funcionamento do motor e outras. Praticamente todos os comandos podem ser acionados por meio de botões no volante, sem a necessidade de soltá-lo.

Entre os equipamentos de série, há ainda ar-condicionado, chave canivete com telecomando, vidros elétricos nas portas dianteiras e trava elétrica nas quatro portas com função “one touch” e antiesmagamento, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, abertura interna da tampa do tanque de combustível e do porta-malas, volante com regulagem de altura, cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, banco traseiro bipartido, cargo box, lane change (luz de pisca intermitente), ESS (sinalização de frenagem de emergência), e pneus “superverdes” com alta durabilidade e maior aderência.

Há ainda uma gama de itens opcionais que permitem ao proprietário personalizar o Mobi Drive. É o caso de rádio Connect com Bluetooth e entradas USB e auxiliar, retrovisores elétricos com Tilt Down e luz de seta integrada, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional, faróis de neblina, alarme com telecomando, console de teto com espelho auxiliar e rodas de liga leve 14 polegadas.

Má notícia é que nem bem ele foi lançado, por R$ 39.870, e já está mais caro, ultrapassando a barreira dos R$ 40 mil – mais exatamente, R$ 40.670. Tanto o kit tecnológico quanto o Live On, que ampliam a conectividade do modelo (e são excludentes), custam cerca de R$ 4.500 a mais.

  • Fonte: CARPRESS /
  • Autor: REDAÇÃO /
  • Data: 22 fevereiro 2017
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