GRUPO CHRYSLER LANÇA DODGE DURANGO PARA AJUDAR A SOFISTICAR A IMAGEM DE SUAS MARCAS NO BRASIL

Finda a parceria, depois de dois anos sob controle do grupo norte-americano Cerberus, em 2009 o Grupo Chrysler foi à falência. De olho no mercado dos Estados Unidos, a Fiat comprou 20% da companhia. Hoje o grupo italiano já tem mais de 60% e a fusão entre os dois grupos já está anunciada para 2014. Na parceira com a Fiat, a função é radicalmente diferente.

Chrysler, Dodge, Jeep e Ram foram redirecionadas pelo segmento “premium”, enquanto à Fiat cabem os modelos mais populares. Por isso, as marcas do Grupo Chrysler agora apontam como suas concorrentes Mercedes-Benz, Audi, BMW, Volvo e Land Rover. A escolha dos adversários ajuda a explicar a expectativa depositada no lançamento do Dodge Durango, que acaba de desembarcar no Brasil.Essa terceira geração do utlitário esportivo de sete lugares foi lançada nos Estados Unidos em 2010 e apresentada no Brasil no último Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado. Produzido em Detroit, o Durango parece uma versão mais chique e “anabolizada” do crossover Journey, até então o único modelo da marca Dodge comercializado no Brasil.

Os traços externos são fortes, a começar pela imponente grade frontal cromada que repete a da Journey, só que em maior escala. Na lateral, a linha de cintura é ascendente, segundo a Chrysler para evocar o “muscle car” Dodge Charger dos anos 60 e também a versão atual. Na traseira, destaca-se a larga faixa cromada une as duas lanternas.No interior, o design rusticamente “clean” característico dos Dodge ganha uma leitura mais sofisticada. Os revestimentos têm bom aspecto e o acabamento é mais aprimorado que o do Journey. As três fileiras de bancos permitem diferentes configurações. Segundo a marca, são 28 configurações de bancos, mais de 30 porta-objetos e área de bagagem de até 2.390 litros, com a segunda e a terceira fileiras de bancos rebatidas.

Em termos de segurança, quem está a bordo conta com duplo airbag frontal, airbags laterais nos bancos dianteiros e bolsas laterais superiores do tipo cortina, que ampliam a proteção para as três fileiras de bancos. Os apoios de cabeça nas poltronas da frente são ativos, para reduzir o efeito chicote em caso de colisão.

  • Fonte: NOTICIAS AUTOMMTIVAS /
  • Autor: EBER /
  • Data: 15 maro 2013
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