CHEVROLET APOSTA NA VERSÃO EASYTRONIC DO AGILE PARA SEDUZIR CONSUMIDORES ADEPTOS DO CONFORTO

A atualização com a introdução do novo equipamento, por sinal, aconteceu exatemente antes do lançamento do Onix no mercado nacional. E, evidentemente, não foi coincidência. Como o novo e moderno modelo apelando para a modernidade, a saída da Chevrolet foi explicitar a capacidade do Agile em ser um carro confortável. É uma tentativa para diminuir uma provável canibalização dentro da linha da GM.Esta versão automatizada do Agile já havia sido prometida desde o lançamento do carro, em 2009, mas a GM nunca mais tocou no assunto. A opção chega agora, para reforçar sua posição no momento em que vira vítima do “fogo-amigo” do Onix. Para um modelo que surgiu como uma espécie de “tapa-buraco”, enquanto o Corsa hatch não ganhava um substituto à altura, o Agile até se saiu bastante bem. Chegou a ser o sexto carro de passeio mais vendido do país.

Apesar do mesmo nome, o câmbio Easytronic traz mudanças importantes em relação ao que passou a equipar versões 1.8 da Meriva em 2007. No monovolume, o sistema era assinado pela empresa alemã Luk. Agora, na atual transmissão, além de estar acoplada a um motor 1.4, recebe o sistema da italiana Magnetti Marelli, a mesma que fornece para a Fiat o Dualogic Plus e para a Volkswagen o I-Motion.Isso significa que o Agile conta com a função “creeping” que faz o carro andar assim que se tira o pé do freio, idêntico aos modelos automáticos. A transmissão gerencia o único propulsor disponível no Agile: o EconoFlex 1.4 capaz de gerar 102 cv e 13,5 kgfm com etanol e 97 cv e 13,2 kgfm de torque com gasolina.

  • Fonte: NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS /
  • Autor: EBER /
  • Data: 15 maro 2013
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